Cores e formas (parte 1)

Março 10, 2008

Com a utilização correta da iluminação, combinada com os recursos da fotografia que nos permitem congelar o tempo – além do talento incontestável do artista – pode-se obter imagens fantásticas como essas, a partir de algo aparentemente tão simples, como a fumaça.

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Caricatura Digital

Fevereiro 29, 2008

Depois dos avanços da área de informática, a fotografia não é mais a mesma. A criação das máquinas digitais permitiram incorporar imagens no mundo cibernético e assim pode-se manipulá-las da forma como desejamos. Para isso, naturalmente, duas coisas são necessárias, ter talento e uma versão atualizada do Photoshop ou aplicativo similar.

O Worth1000.com é um site que promove a competição em editoração eletrônica de imagens. Fazem muitos concursos, em geral temáticos, fomentando esse ramo de trabalho – que na minha opinião é também uma arte.

No exemplo abaixo, os competidores tinham como missão transformar imagens de celebridades em caricaturas, da forma e jeito que os mestres do lápis conseguem fazer. Em alguns casos, creio que o resultado ficou com excelente qualidade.

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Encontrando Nemo

Fevereiro 28, 2008

Após busca incessante, finalmente foi localizado o famoso filhote de peixe-palhaço.


O Tempo e a Coca-Cola

Fevereiro 27, 2008

Recentemente, encontrei navegando pela rede um post que tratava sobre a evolução da Coca-Cola. No texto, foram destacados cartazes publicitários que datam desde 1904 até épocas mais recentes.

Tomei a liberdade de pegar aqueles que foram produzidos até 1910, ou seja, cerca de um século atrás e duas coisas me chamaram muito a atenção. Primeiro, a forma como as pessoas se vestiam naquele tempo, com excessos de roupas para todas as ocasiões – inclusive para prática de esporte, é o caso do golfista e da tenista. Tudo bem que são campanhas publicitárias, espera-se que todos estejam muito alinhados e elegantes, mas não deixa de ser um reflexo do padrão da época.

A segunda coisa foi o preço. Por apenas cinco centavos (de dólar) você podia comprar um copo de Coca-Cola. Não sei qual era o câmbio vigente na ocasião, mas vá lá que fosse o dobro, custaria 10 centavos de real, o preço de uma balinha. O preço atual aumentou na base de 15 a 20 vezes em comparação ao século passado, mesmo tendo a fator os ganhos de produtividade com a industrialização e produção em massa.

Para quem se interessar, no site What the Heck você pode encontrar o artigo completo, com as demais peças publicitárias elaboradas ao longo das décadas seguintes.


Fotografia Conceitual

Fevereiro 26, 2008

Esse é mais um caso de como a tecnologia pode auxiliar também o universo das artes. Thomas Barbèy faz um excelente trabalho com manipulação de imagens, que até hoje não encontrei algo semelhante. As fotomontagens são em preto e branco ou em sépia, retratando situações absolutamente surreais, feitas todas com muita competência. Esse é mais um nome que merece ser citado em discussões sobre arte digital.

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Perigo Real e Imediato

Fevereiro 25, 2008

Embora possa parecer uma contradição, apesar de eu ser uma pessoa pacífica e pacifista, adoro filmes de guerra. Quanto mais forte forem as cenas, mais realistas, mais eu gosto. Creio que seja em decorrência do nível de tensão que esses filmes me induzem a atingir, aliado ao fato de que sei que a realidade de uma guerra, ainda mais em situações de combate, são ainda piores do que o representado.

Existem muitos filmes que julgo serem bons – embora eu não seja crítico de cinema, logo cabe contestação e me eximo de qualquer responsabilidade por decepções futuras. Entre os meus preferidos, estão Apocalipse Now, Platoon, A Lista de Schindler e O Resgate do Soldado Ryan.

Esse último, em especial, traz uma seqüência de ação logo no início do filme e que dura cerca de 15 minutos. Nela, é feita uma dramatização do desembarque na Normandia feita pelos aliados em 1944, mais precisamente por uma tropa na praia de Omaha, considerado no planejamento da invasão como um dos pontos de maior dificuldade de penetração. Na cena, a tropa liderada pelo Capitão Miller – interpretado por Tom Hanks – só teve êxito em seu avanço após a atuação de seu sniper, que conseguiu abater a tropa inimiga protegida nas casamatas e abrir caminho para a penetração dos soldados aliados.

Sniper, ou franco-atirador em português, é um atirador especial, capacitado para atirar em alvos distantes, contando para isso de armamento especial. Esse tipo de atirador tem relevante importância estratégica por ser capaz de atingir alvos inimigos sem ser avistado. A distância recorde de um tiro certeiro praticado por um sniper durante combate foi de 2,43 quilômetros, o que mostra a enorme desvantagem entre o alvo e o atirador.

Nessas fotos, podemos perceber o que é estar na mira de um sniper. Clique nas fotos para uma resolução maior.

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Evolução Humana

Fevereiro 24, 2008

Se Darwin estivesse vivo…


Realismo Fantástico (parte 2)

Fevereiro 23, 2008

Encontrei recentemente na Internet os trabalhos de um artista plástico da Alemanha chamado Roland Heydes, que faz uso da temática de realismo fantástico e surrealismo em seus quadro. Ao que parece, trata-se de um artista ainda sem expressão, mas que me pareceu ter talento e que sua obra merece ser apreciada.

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